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domingo, 14 de abril de 2013

USAF e Cia - A missão secreta no Brasil e os OVNIs - "A Noite Oficial dos OVNIS"

A Noite dos OVNIs no Brasil






*Otávio César Pompeu de Toledo


Sob o comando do Major Greene experiente piloto com mais de quatorze anos voando na United States Air Force - USAF e tendo como encarregado das comunicações o engenheiro Major Andrews, operador de sistemas de reconhecimento da aeronave, o lendário SR-71 Blackbird assim denominado por sua cor negra, o avião mais veloz do mundo parte da Base Aérea de Beale, (Beale Air Force Base - Air Combat Command) localizada a aproximadamente 8 milhas a leste de Marysville na Califórnia. 

Seu destino é uma volta ao mundo finalizando com uma missão altamente secreta no Brasil. 



SR-71 Blackbird
O Blackbird designado SR-71 (SR de Strategic Reconnaissance - Reconhecimento Estratégico), já esta abastecido com o JP-7, um combustível especialmente feito para ele, o JP-7 é líquido e viscoso, muito pouco volátil que se pode apagar um fósforo aceso mergulhando-o numa lata cheia desse combustível. O JP-7 congela a 30ºC e somente funciona com à temperatura acima de 60ºC. 

A aeronave com seus dois potentes motores J-58, especialmente projetado para operar a velocidade de Mach 3, o J-58, um turbo-jato que em alta velocidade passa a operar como um motor foguete (estato reator ou ramjet), que opera em regime de pós-combustão contínua. Desenvolve 32.500 libras de empuxo estático e em virtude disso necessita de um pré-aquecimento. Para dar a partida nos motores foi carregado também um combustível especial o “borato de trimetila”, que produz uma característica chama de cor verde, até que a temperatura das câmaras permita o uso do JP-7. 

Concluído as checagens o pássaro negro ganha os céus, alguns reabastecimentos estão previstos, o primeiro sobre o Havaí no Pacifico Norte, o Blackbird chega com seis minutos de antecedência ao local programado, a aeronave tanque já estava no aguardo, feito os procedimentos e completado o reabastecido o pássaro segue seu plano de voo. 

Após Papua Nova Guiné passa por Darwin no Território Norte da Austrália, cruzando o Mar de Timor adentra ao Oceano Indico, Madagascar, uma ligeira curva e a aeronave cruza o Zimbábue, Botsuana, Namíbia o próximo reabastecimento é no Atlântico Sul sob o céu da Geórgia do Sul. 

Agora a Missão Secreta no Brasil 

A missão com o código denominado de Aspen Five.One, tem como objetivo principal primeiramente fotografar e filmar uma suposta fabrica de armas nucleares no Brasil, localizada no perímetro compreendido entre Angra dos Reis, São José dos Campos e o Centro Experimental ARAMAR que localiza-se em Iperó, na Região de Sorocaba, no Estado de São Paulo. 

Usina Nuclear de Angra dos Reis
O SR-71 agora já se localiza sob os céus brasileiros, Angra dos Reis já se encontra nas telas e radares do Blackbird, e em questão de segundos é cumprida a parte inicial da missão. 

Para cumprir a outra fase da operação o Aspen 5.1 se dirige a São José dos Campos no interior do Estado de São Paulo.  


Feitas as fotos e os procedimentos pré-determinados em São José dos Campos o Blackbird que na altitude de 81.000 pés rapidamente sobrevoa Iperó fazendo uma curva adentrando ao Estado do Paraná para retornar a São José dos Campos, e parte para a segunda fase da missão. 

A segunda fase consiste em testar as defesas aéreas do Brasil.

Para Greene e Andrews essa era a parte divertida do trabalho.

Greene sorri. E o operador de sistemas de reconhecimento da aeronave:

- Você já sabe o que vai acontecer, não sabe?

- Sei! Vamos começar a brincadeira e voltar logo para casa, porque minha namorada me espera ansiosa. E completa sorrindo:

- Aquela garota é a minha paixão...


Oppss!! 


O horário exatamente as 20,50hs. no horário de Brasília (DF), o Aspen 5.1 aparece a primeira vez como um ponto no radar da torre de controle do aeroporto de São José dos Campos. 

O controlador que estava de plantão nesse horário no início não se apercebeu pois estava mais preocupado em tomar uma xícara de café tendo em vista que nenhum voo estava programado para sair ou chegar naquele instante no pequeno aeroporto. 

O inesperado ponto de luz se deslocava muito rápido na tela do radar, em passo acelerado o controlador se dirige ao superior e diz: 

- Senhor, rápido. 

- Acredito ter um disco voador sobrevoando a nossa região agora. 

O Superior então se volta para a tela do radar e diz nervoso: 

- Entre em contato com a aeronave mais próxima e solicite que faça um contato visual, pode ser algum defeito momentâneo do radar. 

A aeronave mais próxima naquele instante era um pequeno bimotor Embraer EMB-120 Brasília. 

EMB-120 Imagem Ilustrativa
Porém, o pequeno EMB-120/Brasília, a muito já estava sendo monitorado pelo SR-71.

O Major Andrews reportou que a pequena aeronave voava a 170 nós ou 314,84 km/h, Greene então começa os preparativos para dar inicio ao teste, inclina o bico da aeronave e começa a descida.

Andrews monitora a conversa do comandante da aeronave com a Torre de Controle do Aeroporto de São José dos Campos e houve o controlador nervoso pedindo ao mesmo que fizesse uma busca visual da estranha luz que riscava os céus naquele momento.

Vale destacar que os SR-71, Blackbirds não tinham armas, para compensar tinham uma incrível suíte de equipamentos defensivos, incluindo equipamentos constituídos de contra medidas eletrônicas e flares e a tecnologia stealth, que significa "disfarce", "camuflagem" ou até "invisibildade", tudo ultra secreto naquela época.

O Comandante do pequeno Brasília ao ver sua pretenção em alcançar e a tentativa frustrada de identificar o "disco voador", reporta a Torre de Controle de voo de São José dos Campos que perseguiu a luz intermitente, porém, a mesma desapareceu no ar. 

O Controle Radar de São Paulo informa a Centro de Trafego Aéreo de Brasília. 

Nesse momento os Controles Aéreos de Brasília e de São Paulo recebem os sinais não identificados no radar e após a confirmação o CINDACTA I, Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo que exerce a vigilância e o controle de Defesa Aérea e Controle da Circulação  Aérea  geral que tem na sua área de responsabilidade a região central do Brasil, ordena o primeiro lançamento de um caça para a interceptação. 

F-5 Tiger
Um F-5 Tiger parte da Base Aérea de Santa Cruz no Rio de Janeiro, as bases de Anápolis no Estado de Goiás e Santa Maria no Rio Grande do Sul entram em alerta máximo. 

O F-5 acelera forte e solicita ao centro radar de São Paulo a exata posição do objeto não identificado, o Aspen 5.1 voa agora a 47.000 pés, diminuindo muito a sua velocidade, monitorando as frequências de radio de todas as aeronaves no ar. 

Ao se aproximar a uma distância segura do Tiger o SR-71 começa a usar a sua suíte de contra medidas e alija “flares” chamas como uma contramedida, um tipo de “flare” ainda desconhecido para os pilotos brasileiros, consistente em três sinais luminosos. 

Andrews monitora a conversação entre o piloto do F-5 Tiger e a sua base, neste momento o Tiger esta voando a 560 nós ou 1037,12 Km/h e acelerando, o piloto reporta ter feito contato radar com o “Disco Voador” e esta partindo para interceptar. 

Com o lançamento dos três sinais luminosos o SR-71 acelera rapidamente e sai do contato radar do Tiger que passa a perseguir as luzes até se apagarem e sumirem. 

F-2000 - Imagem ilustrativa
A Base Aérea de Anápolis lança dois caças Mirage com intervalo de dois minutos, porém o SR-71 já esta voando a Mach 3.2 com destino a Base Aérea de Wideawake, na Ilha de Ascensão, uma das mais estratégicas bases do mundo,  onde os Majores Greene e Andrews farão um merecido descanso antes de retornar a Beale.

Essa noite ficou conhecida no Brasil como:  "A Noite Oficial dos OVNIS".



Nota do editor: As imagens são meramente ilustrativas.


*Otávio César Pompeu de Toledo é jornalista especializado em estranhas teorias. 






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